segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Oficina dos Stikers

Olha aí pessoal.
Na próxima sexta-feira está prevista outra Oficina dos Stikers com a projeção do curta LA MAISON EN PETITS CUBES.
Sala 227, 9:30h.
Não percam!

domingo, 26 de setembro de 2010

Notícias do IV CPEASUL Camboriú SC 2010

Só pra dizer que estivemos envolvidos participando do evento acima citado. Foi bem legal. Assim que der estaremos publicando impressões a respeito. Foram muitas atividades. Apresentação do poster da Mandala Reflexiva aplicada no PPGEA, Sessões do Circuito Tela Verde, onde rolaram discussões muito interessantes e de aprendizagens mesmo, mesas redondas não tão redondas, publicações da área, conversas muito legais com estranhos comprometidos com a Educação Ambiental, com as parcerias de viagem. Valeu a pena!

EM TEMPO:
1- Estamos abrindo o espaço das quintas-feira para inscritos a participarem do Grupo de Pesquisa LAPIS. Será dado o tempo de dois encontros para que os candidatos se decidam a participar ou não. Depois disto a presença nas reuniões precisará ser priorizada pelo integrante.

2- Oficinas Multidisciplinares do LAPIS na sexta-feira, sala 227, 9:30h. Surgiu a possibilidade de de considerarmos sugestões e aplicações de oficinas de integrantes da comunidade universitária para avaliação do LAPIS.

Venha fazer parte!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Diário das Oficinas Multidisciplinares 2

Foi dada continuidade à rodada de Oficinas do LAPIS, na última sexta-feira, na sala 227, do Pavilhão 2, Campus Carreiros, na parte da manhã, conforme foi decidido no dia 14/09.

A oficina do Visq não pôde ser concluída por motivos de equívoco no agendamento do laboratório de informática do IMEF. Será concluída no dia 1 de outubro. Este problema precisará ser bem previsto nas próximas ações. Demos então início às oficinas seguintes.

Eólica: a energia dos ventos. Oferecida pelos acadêmicos Airton e Thiago, do curso de Física, tratou de uma exposição em power point sobre a proposta de utilização do vento através de cataventos construídos com material descartável reutilizável. Tratou ainda dos conceitos da Física envolvidos na construção da engenhoca. O protótipo desenvolvidos pelos alunos foi testado com o uso de um ventilador, obtendo êxito. A interação do grupo girou em torno de uma conversa sobre custo de várias alternativas de obtenção de energia em comparação com a eólica e a validade para o local onde moramos. Surgiu a idéia de construírem uma maquete com a ajuda de Ricardo (Artes) para a instalação do catavento como fonte de energia para a iluminação da cidade. Ao final da oficina deu para observar um entusiasmo com a intenção de darem continuidade ao que foi iniciado ali.

A água da chuva: evitando o desperdício. Oferecida pelas acadêmicas da Física, Vanessa e Letícia, foi apresentada a partir de uma exposição em power point, tratando do processo de aproveitamento da água da chuva que cai nos telhados sendo direcionada para estruturas de recolhimento desta até um reservatório. Apresentaram materiais para a decantação da água em um protótipo construído pelas alunas. Teremos que aperfeiçoar este protótipo para futuras apresentações. Precisaremos que mais alguém se una à dupla para resolver os probleminhas surgidos.

Precisaremos dar continuidade à oficina do Visq. Esta é uma boa oficina que deve ser aperfeiçoada.

O registro audiovisual das oficinas foi realizado por Ricardo Alves.

Pretende-se contar ainda com os oficineiros da outra turma da Física, com suas oficinas produzidas em 2009.

São elas:

A lâmpada PET: refração da luz - Thiago Prestes

Aproveitamento da energia solar com garrafas PET - Rúbia e Grasi

Não percam. Venham conhecer o LAPIS e fazer oficinas com a gente!
Sala 227 - Sextas - Manhã.

sábado, 18 de setembro de 2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Diário das Oficinas Multidisciplinares

Iniciamos as atividades às 9 horas na sala 420, do Pavilhão 4, Campus Carreiros. Afixei o cartaz na porta da sala. A turma foi chegando aos poucos mesmo já tendo iniciado a primeira oficina. Estavam previstas 4 oficinas, mas sabíamos que podíamos relaxar e ver o que seria possível ser feito. Não tínhamos pressa de concluir. Neste ponto, vi que eu teria que dar o tom da desaceleração. O LAPIS tem que inovar nesse sentido. Precisamos fazer as coisas sem pressa, propor momentos de parada para pensar, dialogar, construir coisas, sentidos, ciências, artes.

A primeira oficina foi a do 'Sticker: O mundo que queremos', oferecida pelo Ricardo Alves, acadêmico das Artes Visuais, bolsista CNPq de projeto da coordenadora. A turma foi bem ativa e recebeu a proposta com inquietação devido à exigência da prática do desenho, mas logo reduziu o estranhamento e o atendimento dos objetivos foi pode se dizer pleno. Levamos duas horas com esta oficina. É o tempo necessário. Antes das apresentações de cada sticker os participantes redigiram um relatório, guiados pelas seguintes questões: Por que fiz este desenho? Como organizei as idéias para criar o meu sticker? O que achei da experiência?

Fizemos um intervalo para o café e nos dirigimos ao Laboratório de Informática do IMEF para a segunda oficina: 'Visq: configurações da visão sistêmica'. Oferecida por Charles Guidotti, Alisson Pereira e Marcelo Mirailh, todos acadêmicos do curso de Licenciatura da Física. O programa foi instalado nos computadores do laboratório somente na hora, por exigência do administrador do mesmo. Enquanto Charles instalava a turma ia chegando do café. Alguns haviam se perdido para colarem seus stickers pelos corredores.
Foi feita a apresentação, em Power, Point dos pressupostos da ferramenta Visq e logo após proposto ao grupo que elaborasse o próprio exemplo de visualização da dinâmica sistêmica do aquecimento solar.

Foi feito um encerramento provisório da oficina, indicando que ela terá continuidade na próxima sexta-feira na sala 227, às 9:30h, quando também daremos seguimento com as outras oficinas.

Tudo indica que precisaremos de mais encontros.

O registro audiovisual das oficinas foi realizado por Ricardo Alves.

Ficou decidido que toda a sexta-feira pela manhã teremos Oficinas Multidisciplinares do LAPIS, na sala 227, a partir das 9:30h.

Ainda temos estão previstas as oficinas:

Eólica: a energia dos ventos

A água da chuva: evitando o desperdício

A lâmpada PET: refração da luz


sábado, 11 de setembro de 2010

Confirmando Oficinas do dia 14/09

Estamos muito ansiosos com o oferecimento das primeiras oficinas do LAPIS. Esperamos contar com a presença de todos neste momento tão importante para nós e para o nosso permanente aperfeiçoamento.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Campus da FURG
















Fazer o quê? Estamos apaixonados pela FURG.

REUNIÕES DE QUINTA: fala da coordenadora

Nas quintas-feira fazemos a reunião do Grupo de Pesquisa do LAPIS, formado por pesquisadores e pesquisadoras da Furg. O tema das discussões, ainda em processo de explosão de idéias, gira em torno da problematização como fundamento para a produção de conhecimento acadêmico pertinente e para a busca de coerência em nossas ações de ensino, pequisa e extensão.

Tratamos a nossa prática docente como constituinte de nossas vidas, de nosso cotidiano. Por isso, em meio às falas está a nossa vida pessoal, profissional, acadêmica, cidadã, enquanto fazemos universidade.

Nossa preocupação atual é experimentar - por isso fazemos laboratório - o processo de criação do LAPIS, pretendendo que nossa meta primordial seja viver intensamente os processos, deixando que os resultados se instaurem no momento próprio como propriedades emergentes de nossa dedicação, sinceridade, comprometimento com a verdade e, principalmente de nossa amorosidade.

Esta explosão é feita com método. Temos um modelo conceitual pioneiro: a Mandala Reflexiva.

Queremos mais gente neste grupo. Gente que vise, assim como nós, a qualidade da vida acadêmica e prime por uma universidade mais crítica. Criamos espaços e tempos, para a reflexão, misturando ciência, ética e estética, em desobediência à lógica vigente do mundo acelerado, que prima por resultados imediatos. Não temos pressa, embora já possam ser registrados alguns resultados.

Queremos mais gente neste grupo. Gente que perceba que nossa docência na formação de profissionais cidadãos requer um comprometimento para além do cumprimento de tarefas. Nossos estudantes se constituem o que são e o que serão, também na convivência com nossos atos e nossa visão de mundo, na medida em que problematizamos ou não os processos de que fazemos parte.