quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Encerradas as atividades da sexta-feira

Foram encerradas as atividades das sextas-feira do LAPIS no dia 29 de outubro com um Sarau Acadêmico.
Despedi-me dizendo que aquele sarau não valeu. Metade da turma não compareceu.
Fica a aprendizagem.
Quando se quer um sarau tem que se levar de casa pra garantir. rsrsrs

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Da janela do LAPIS


Dá pra ver a janela do PPGEA e o caminho que leva pra lá.

O nosso cantinho


A salinha do LAPIS. Um dia teremos uma sala maior com lugar pra criações mil.

Reunião quinta!

Aí pessoal, confirmada a reunião de quinta.

'Leituras sobre epistemologias' - metodologia para fundamentação das ações do LAPIS, formalizada no Projeto de Pesquisa Epistemologia da Problematização e Intervenção Socioambiental (em construção).

Iniciando por JAPIASSU, Hilton. Introdução ao pensamento epistemológico. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1992.
Páginas para esta quinta: 7 a 39.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Revistas usadas

Olá pessoal, estamos precisando de doação de revistas usadas, que contenham imagens [fotos e figuras] e textos para oficinas de colagem, para o Laboratório de Problematização e Intervenção Socioambiental - LAPIS, do qual sou coordenadora.
Antecipadamente agradecemos!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Diário das Oficinas Multidisciplinares 4

Na última sexta-feira, dia 9, na sala 227, do Pavilhão 2, a partir das 10h, foi desenvolvida a Oficina do Visq, com exemplos de simulações do Aquecimento Global, de Economia. Esta oficina estava incompleta desde a primeira vez em que foi aplicada. Procedemos a sua avaliação nesse período e a concluimos nessa sexta-feira. Ela foi aplicada por Charles Guidotti e Igor Monteiro.
Constatou-se que, embora seja uma ferramenta bem simples, diferente dos modelos utilizados em modelagem computacional mais complexos, tecnicamente ela consegue ser manipulada por qualquer nível de usuário. No entanto, consegue evidenciar sua complexidade no momento em que o usuário precisa criar o conteúdo de seus exemplos. Se a idéia é dar condições dele dar visibilidade às dinâmicas sistêmicas observadas, o usuário precisa ter clareza das relações que quer criar para formar uma rede de relações de retroalimentação que suportam os sistemas. Esta se revela uma tarefa bem difícil uma vez que exige uma visão sistêmica elementar como ponto inicial da rede sistêmica a ser desenvolvida. Insisto que preliminarmente os exemplos têm que ser criados com papel e lápis para depois recorrer-se ao computador.
Há muito que trabalhar para transformar essa oficina em uma atividade crítica e criativa que oportunize as configurações do pensamento sistêmico do usuário.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

À escolha dos participantes

O organograma esboçado abaixo pode dar uma idéia aos interessados em participar do Grupo de Pesquisa do Lapis de qual atividade pode vir ao encontro de suas expectativas de ensino, pesquisa e extensão.

Este foi o resultado do encontro de hoje.

Esboço do Organograma do Lapis

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

LABORATÓRIO DE PROBLEMATIZAÇÃO E INTERVENÇÃO SOCIOAMBIENTAL

ENSINO

Disciplinas LAPIS I e LAPIS II através do PPGEA. [em 2011]

Orientação da graduação e pós-graduação.

Organização e Aplicação de Oficinas Pedagógicas.

PESQUISAS

Epistemologia da Problematização e Intervenção Socioambiental.

Mapeamento das Intervenções Socioambientais realizadas pela FURG.

Avaliação de Impacto de Intervenções Socioambientais.

Desenvolvimento de Modelos Conceituais para Estudos Socioambientais.

Publicações.

EXTENSÃO

Atividades político-pedagógicas: oficinas, cursos, eventos,

saídas de campo, publicações.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O LAPIS está atento à delicadeza

O Gordo e o Magro ao Som de Santana

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE OFICINAS:

Título:

Autor:

Área de estudo:

Executores:

Descrição da Oficina: [do que se trata? baseada em qual/quais princípios

epistemológicos - autores?]

Objetivos: [mínimo 3 atendendo às dimensões cognitivas, afetivas e

psicomotoras, que aprendizagem pretende inspirar?]

Metodologia: [narrar os procedimentos indicando também em que/quem -

autores e experiências vivenciadas - se baseia a escolha dos mesmos; ser o

mais detalhado possível]

Tempo de duração:

Materiais necessários: [detalhar pra ver se podemos pedir algum no IE direto]

Espaço físico: [providenciar o lugar]

Número mínimo e máximo de participantes:

Nível de escolaridade:

Idade média:

Avaliação: instrumento que possibilitará avaliar o impacto da oficina;

pode ser um relato respondendo se os objetivos foram alcançados:

compreensão, sentimentos, emocões, facilidades e dificuldades da execução;

e que possa ficar registrado: em textos, desenhos, fotos, filmes.

Referências:...

sábado, 2 de outubro de 2010

Quinta Dupla no LAPIS

Aí pessoas, na próxima quinta-feira, dia de reunião do Grupo de Pesquisa do LAPIS, receberemos novos integrantes e teremos dois momentos:

1. Apresentação do LAPIS aos recém chegados e vice-versa.

2. Tratar dos parangolés daquele questionário do PDI e PPP segundo o PPGEA. Proponho uma passada pelas questões com respostas curtas sustentáveis.

Diário das Oficinas Multidisciplinares 3

Sexta-feira, dia 1 de outubro, pela manhã, na sala 227 propusemos uma Oficina de Diálogo, motivada pelo curta 'La maison en petits cubes'. Foi coordenada por Virginia Machado e o registro audiovisual foi feito por Ricardo Alves. Consistiu da exibição do curta de animação [10 minutos de duração], seguido da abertura para os comentários. Após organizamos as cadeiras em círculo, deixando o espaço do centro vazio. A orientação sobre o diálogo foi de que os pareceres sobre o curta seriam a respeito da obra sob o aspecto artístico, da mensagem, dos sentimentos que provocaram, e do que levava a pensar, as conexões possíveis. Também foi orientado que todas as falas do diálogo seriam importantes e colocadas em suspensão, ou seja, não haveria uma verdade única, nem a necessidade de que uma idéia sobrepujasse a outra, em caso de conflito. Tudo o que fosse dito seria para se pensar. A oficina teve a duração de 2 horas. A participação foi muito boa. Tínhamos a intenção de trabalhar com os stikers como relatório, mas não deu tempo. Priorizamos o diálogo.

Conclui-se que ela pode ser programada com a elaboração dos stikers em outro encontro com a reprise do curta para dar início ao processo de criação do stiker.

Obs.: Temos cópia do curta no laboratório, caso alguém queira.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Oficina dos Stikers

Olha aí pessoal.
Na próxima sexta-feira está prevista outra Oficina dos Stikers com a projeção do curta LA MAISON EN PETITS CUBES.
Sala 227, 9:30h.
Não percam!

domingo, 26 de setembro de 2010

Notícias do IV CPEASUL Camboriú SC 2010

Só pra dizer que estivemos envolvidos participando do evento acima citado. Foi bem legal. Assim que der estaremos publicando impressões a respeito. Foram muitas atividades. Apresentação do poster da Mandala Reflexiva aplicada no PPGEA, Sessões do Circuito Tela Verde, onde rolaram discussões muito interessantes e de aprendizagens mesmo, mesas redondas não tão redondas, publicações da área, conversas muito legais com estranhos comprometidos com a Educação Ambiental, com as parcerias de viagem. Valeu a pena!

EM TEMPO:
1- Estamos abrindo o espaço das quintas-feira para inscritos a participarem do Grupo de Pesquisa LAPIS. Será dado o tempo de dois encontros para que os candidatos se decidam a participar ou não. Depois disto a presença nas reuniões precisará ser priorizada pelo integrante.

2- Oficinas Multidisciplinares do LAPIS na sexta-feira, sala 227, 9:30h. Surgiu a possibilidade de de considerarmos sugestões e aplicações de oficinas de integrantes da comunidade universitária para avaliação do LAPIS.

Venha fazer parte!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Diário das Oficinas Multidisciplinares 2

Foi dada continuidade à rodada de Oficinas do LAPIS, na última sexta-feira, na sala 227, do Pavilhão 2, Campus Carreiros, na parte da manhã, conforme foi decidido no dia 14/09.

A oficina do Visq não pôde ser concluída por motivos de equívoco no agendamento do laboratório de informática do IMEF. Será concluída no dia 1 de outubro. Este problema precisará ser bem previsto nas próximas ações. Demos então início às oficinas seguintes.

Eólica: a energia dos ventos. Oferecida pelos acadêmicos Airton e Thiago, do curso de Física, tratou de uma exposição em power point sobre a proposta de utilização do vento através de cataventos construídos com material descartável reutilizável. Tratou ainda dos conceitos da Física envolvidos na construção da engenhoca. O protótipo desenvolvidos pelos alunos foi testado com o uso de um ventilador, obtendo êxito. A interação do grupo girou em torno de uma conversa sobre custo de várias alternativas de obtenção de energia em comparação com a eólica e a validade para o local onde moramos. Surgiu a idéia de construírem uma maquete com a ajuda de Ricardo (Artes) para a instalação do catavento como fonte de energia para a iluminação da cidade. Ao final da oficina deu para observar um entusiasmo com a intenção de darem continuidade ao que foi iniciado ali.

A água da chuva: evitando o desperdício. Oferecida pelas acadêmicas da Física, Vanessa e Letícia, foi apresentada a partir de uma exposição em power point, tratando do processo de aproveitamento da água da chuva que cai nos telhados sendo direcionada para estruturas de recolhimento desta até um reservatório. Apresentaram materiais para a decantação da água em um protótipo construído pelas alunas. Teremos que aperfeiçoar este protótipo para futuras apresentações. Precisaremos que mais alguém se una à dupla para resolver os probleminhas surgidos.

Precisaremos dar continuidade à oficina do Visq. Esta é uma boa oficina que deve ser aperfeiçoada.

O registro audiovisual das oficinas foi realizado por Ricardo Alves.

Pretende-se contar ainda com os oficineiros da outra turma da Física, com suas oficinas produzidas em 2009.

São elas:

A lâmpada PET: refração da luz - Thiago Prestes

Aproveitamento da energia solar com garrafas PET - Rúbia e Grasi

Não percam. Venham conhecer o LAPIS e fazer oficinas com a gente!
Sala 227 - Sextas - Manhã.

sábado, 18 de setembro de 2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Diário das Oficinas Multidisciplinares

Iniciamos as atividades às 9 horas na sala 420, do Pavilhão 4, Campus Carreiros. Afixei o cartaz na porta da sala. A turma foi chegando aos poucos mesmo já tendo iniciado a primeira oficina. Estavam previstas 4 oficinas, mas sabíamos que podíamos relaxar e ver o que seria possível ser feito. Não tínhamos pressa de concluir. Neste ponto, vi que eu teria que dar o tom da desaceleração. O LAPIS tem que inovar nesse sentido. Precisamos fazer as coisas sem pressa, propor momentos de parada para pensar, dialogar, construir coisas, sentidos, ciências, artes.

A primeira oficina foi a do 'Sticker: O mundo que queremos', oferecida pelo Ricardo Alves, acadêmico das Artes Visuais, bolsista CNPq de projeto da coordenadora. A turma foi bem ativa e recebeu a proposta com inquietação devido à exigência da prática do desenho, mas logo reduziu o estranhamento e o atendimento dos objetivos foi pode se dizer pleno. Levamos duas horas com esta oficina. É o tempo necessário. Antes das apresentações de cada sticker os participantes redigiram um relatório, guiados pelas seguintes questões: Por que fiz este desenho? Como organizei as idéias para criar o meu sticker? O que achei da experiência?

Fizemos um intervalo para o café e nos dirigimos ao Laboratório de Informática do IMEF para a segunda oficina: 'Visq: configurações da visão sistêmica'. Oferecida por Charles Guidotti, Alisson Pereira e Marcelo Mirailh, todos acadêmicos do curso de Licenciatura da Física. O programa foi instalado nos computadores do laboratório somente na hora, por exigência do administrador do mesmo. Enquanto Charles instalava a turma ia chegando do café. Alguns haviam se perdido para colarem seus stickers pelos corredores.
Foi feita a apresentação, em Power, Point dos pressupostos da ferramenta Visq e logo após proposto ao grupo que elaborasse o próprio exemplo de visualização da dinâmica sistêmica do aquecimento solar.

Foi feito um encerramento provisório da oficina, indicando que ela terá continuidade na próxima sexta-feira na sala 227, às 9:30h, quando também daremos seguimento com as outras oficinas.

Tudo indica que precisaremos de mais encontros.

O registro audiovisual das oficinas foi realizado por Ricardo Alves.

Ficou decidido que toda a sexta-feira pela manhã teremos Oficinas Multidisciplinares do LAPIS, na sala 227, a partir das 9:30h.

Ainda temos estão previstas as oficinas:

Eólica: a energia dos ventos

A água da chuva: evitando o desperdício

A lâmpada PET: refração da luz


sábado, 11 de setembro de 2010

Confirmando Oficinas do dia 14/09

Estamos muito ansiosos com o oferecimento das primeiras oficinas do LAPIS. Esperamos contar com a presença de todos neste momento tão importante para nós e para o nosso permanente aperfeiçoamento.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Campus da FURG
















Fazer o quê? Estamos apaixonados pela FURG.

REUNIÕES DE QUINTA: fala da coordenadora

Nas quintas-feira fazemos a reunião do Grupo de Pesquisa do LAPIS, formado por pesquisadores e pesquisadoras da Furg. O tema das discussões, ainda em processo de explosão de idéias, gira em torno da problematização como fundamento para a produção de conhecimento acadêmico pertinente e para a busca de coerência em nossas ações de ensino, pequisa e extensão.

Tratamos a nossa prática docente como constituinte de nossas vidas, de nosso cotidiano. Por isso, em meio às falas está a nossa vida pessoal, profissional, acadêmica, cidadã, enquanto fazemos universidade.

Nossa preocupação atual é experimentar - por isso fazemos laboratório - o processo de criação do LAPIS, pretendendo que nossa meta primordial seja viver intensamente os processos, deixando que os resultados se instaurem no momento próprio como propriedades emergentes de nossa dedicação, sinceridade, comprometimento com a verdade e, principalmente de nossa amorosidade.

Esta explosão é feita com método. Temos um modelo conceitual pioneiro: a Mandala Reflexiva.

Queremos mais gente neste grupo. Gente que vise, assim como nós, a qualidade da vida acadêmica e prime por uma universidade mais crítica. Criamos espaços e tempos, para a reflexão, misturando ciência, ética e estética, em desobediência à lógica vigente do mundo acelerado, que prima por resultados imediatos. Não temos pressa, embora já possam ser registrados alguns resultados.

Queremos mais gente neste grupo. Gente que perceba que nossa docência na formação de profissionais cidadãos requer um comprometimento para além do cumprimento de tarefas. Nossos estudantes se constituem o que são e o que serão, também na convivência com nossos atos e nossa visão de mundo, na medida em que problematizamos ou não os processos de que fazemos parte.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Primeiras oficinas do LAPIS

Marcadas as primeiras OFICINAS MULTIDISCIPLINARES para 14 de setembro, sala 420, Pav. 4, 9h.

Integram o projeto de extensão 'Oficinas de ensino de ciências físicas e socioambientais'. Estas oficinas são o resultado de um trabalho iniciado em março com alunos do curso de Física, quando propus o desenvolvimento de oficinas pedagógicas que relacionassem conhecimentos da Física com a Educação Ambiental. O suporte para a EA foi oportunizado com a leitura de O que é Educação Ambiental, de Marcos Reigota e A cabeça bem-feita, de Edgar Morin. O desenvolvimento da técnica das oficinas para proposição de resolução de problemas socioambientais faz parte de um projeto de pesquisa, financiado pelo CNPq, sob o título 'Estudos sobre o uso da mandala reflexiva em práticas de ensino: organização e aplicação de oficinas de ciências físicas e socioambientais por alunos de licenciatura da Furg' , em fase de conclusão.
Juntamente com as oficinas dos alunos da Física será oferecida uma oficina de Artes Visuais, como sensibilização para o tema.

sábado, 28 de agosto de 2010

Relatório do Mapeamento de Ações Locais

Fernanda já começou a apresentar resultados.

Enviou arquivo contendo informações sobre ações locais sobre questões socioambientais.

Parabéns e obrigada.

Precisamos da participação de todos os integrantes para completar o mapeamento.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Identificação de problemas no/do Campus Carreiros





Proposta de exercício para Identificação e Problematização Socioambiental




Assunto: Campus Carreiros.

Objetivo: identificar problemas para problematizações e intervenções fundamentadas epistemológica e metodologicamente.

Metodologia: a partir da Mandala Reflexiva identificaremos inquietações socioambientais referentes ao campus.

Reunião aberta à comunidade universitária. Inscrições pelo e-mail lapisfurg@gmail.com

Dia da semana: terças-feira, até final de outubro de 2010.
Horário: das 9h as 12h
Local: Sala B14 ou 420 [a confirmar]

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Atividades para próxima terça

1. Exposição dos resumos expandidos da turma da Mandala.
2. Explosão de idéias para a identificação de problemas socioambientais do Campus Carreiros para elaboração de Mandala Reflexiva coletiva, visando a problematização, intervenção e avaliação de impacto.
3. Relato de informações sobre o mapeamento de pesquisas e instituições locais de ensino sobre ambiente.
Em breve: programação das atividades do semestre que serão consideradas para certificação de curso de extensão do LAPIS, de 40 horas, para os participantes das terças-feiras. Esta experiência contribuirá para a constituição das disciplinas 1 e 2 que levarão o nome do laboratório, a serem oferecidas em 2011.
Cheguem cedo ok.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

SALA 420

Conseguimos uma sala para reuniões da terça-feira para todo o semestre. É a 420, Pavilhão 4, Campus Carreiros.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

REUNIÕES DO GRUPO LAPIS

As reuniões do grupo de pesquisa-ação do laboratório serão realizadas nas terças-feiras de manhã, a partir das 9 horas.

O assunto de pauta: mapeamento de pesquisas e ações locais com distribuição de tarefas.

Nas quintas-feiras, reunião dos colaboradores, também pela manhã, a partir das 9 horas.

O assunto de pauta: projetos do LAPIS.

Local: Sala B 14, Anexo do Pavilhão 4, Campus Carreiros.
Fone 53 3293.5001

Observação: as edições das postagens anteriores estarão sendo revistas e reformuladas em seu conteúdo e forma na medida em que o LAPIS avançar em sua conformação.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Seleção de bolsistas

O LAPIS está selecionando bolsistas voluntários da graduação e pós-graduação. O trabalho voluntário é que poderá gerar projetos para bolsas. Entrar em contato com a coordenadora por este blog ou para o e-mail lapisfurg@gmail.com . As entrevistas iniciarão em agosto de 2010.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Envolvidos até o momento

Docentes responsáveis:
Virginia Maria Machado - Coordenadora, Gestora
Cláudia da Silva Cousin - Colaboradora
Vanessa Caporlíngua - Colaboradora

Consultores e Parceiros:
César Augusto Avila Martins - Consultor
Francisco Quintanilha Véras Neto - Consultor
Rogerio Piva da Silva - Consultor
Susana Maria Veleda da Silva - Consultor
NÚCLEO DE ANÁLISES URBANAS - NAU

Discentes:
Rafael de Souza Dias - PPGEA/FURG - Voluntário
Ricardo Henrique Ayres Alvez - ILA/FURG - Bolsista CNPq

Observação:
Constarão dos relatórios parciais e finais das ações do LAPIS somente aqueles envolvidos que participarem efetivamente, com a freqüência de 80%, das atividades do laboratório .

PROGRAMA DE ENSINO,PESQUISA E EXTENSÃO

Resumo da Proposta:
Programa criado, em junho de 2010, para abrigar o ensino, pesquisa e extensão do Laboratório de Problematização e Intervenção Socioambiental - LAPIS, do IE/FURG. Pretende reunir e refletir sobre o conhecimento científico produzido sobre o município e arredores a respeito das questões socioambientais, com o intuito de desenvolver modelos heurísticos para a prática de pesquisa, problematização, intervenção e avaliação de impacto socioambiental. Espera-se poder contribuir para a gestão de resolução de problemas e dar visibilidade ao que já foi estudado, descobrindo a demanda, avaliando o impacto socioambiental das intervenções de ensino, pesquisa e extensão propostas por instituições governamentais e não-governamentais locais. O LAPIS reunirá, além de docentes, discentes de graduação e pós-graduação com atividades específicas ao nível acadêmico dos mesmos. Dentre as atividades estarão as previstas para a realização de prática de pesquisa oferecida à comunidade universitária e à rede escolar local. Este programa de extensão estará vinculado ao Instituto de Educação - IE e ao Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental - PPGEA. As ações promovidas pelo LAPIS serão resultado das pesquisas de seus integrantes e parceiros. A comunidade do município poderá propor problemas a serem estudados pelo LAPIS. Será criado um banco de dados de ações pesquisadas e das aplicadas e avaliadas sob o ponto de vista do impacto socioambiental ao público alvo das mesmas.

Palavras-Chave: Resolução de problemas, Socioambiental, Pensamento Sistêmico, Ação comunicativa, Interdisciplinaridade.

Justificativa:
Temos entendido que os tempos e espaços para problematizações e intervenções fundamentadas são cada vez mais escassos. Temos sido soterrados por uma supermodernidade (Augé, 2005) que desafia nossa capacidade de resistir à marcha do senso comum e da falta de reflexão crítica. O Laboratório de Problematização e Intervenção Socioambiental - LAPIS - pretende amenizar o problema de duplicação sucessiva de ações da FURG em nível de pesquisa e em nível de práticas intuitivas sobre problemas socioambientais locais. Reforçamos que a multiplicidade de estudos e práticas sobre a mesma coisa, sem visibilidade de avanços teórico-práticos merece organização e reflexão. Precisamos dar visibilidade ao que já foi estudado, para avançar na avaliação dos impactos socioambientais da pesquisa-ação e participante e, à demanda espontânea de problematizações ainda inexploradas.
Outra justificativa é a importância de produzirmos uma cultura da resolução de problemas socioambientais, já que as atividades e banco de dados extensionistas do LAPIS terão como o foco a identificação, a problematização, a intervenção e avaliação de impacto socioambiental, pela urgência em desenvolvermos esta competência para a construção da cidadania. O cidadão e a cidadã atuais, cada vez mais, se deparam com a complexidade dos problemas ligados às conseqüências da modernidade.
Pensar a resolução de problemas socioambientais como um trabalho (labor) diário da vida cotidiana pode intensificar a estruturação cognitiva necessária para as configurações do pensamento sistêmico e das competências para a tomada de decisão, tanto em educação ambiental quanto em gestão.

Metodologia e Avaliação das Ações do LAPIS

O LAPIS será administrado em 3 setores:
ENSINO DE PRÁTICA DE PESQUISA:
Será oferecida uma modalidade de ensino no PPGEA/FURG, intitulada 'Prática de Pesquisa' I e II. A PP 1 tratará do Mapeamento das Pesquisas e Intervenções de Problemas Socioambientais Locais e a PP 2 , de Intervenção Local, valendo 1 crédito cada, a ser realizada por estudantes de pós-graduação.
O conteúdo programático da PP I : O que é prática de pesquisa. O que é um problema socioambiental. O que é local. O que é uma identificação de problema. O que é uma problematização. O que é uma intervenção socioambiental. O que é pesquisa-ação. O que é pesquisa participante.
O conteúdo programático da PP II : O que é relatório de pesquisa. Intervenção Local realizada pelo participante. Relatório da Intervenção. Avaliação de Imapcto Ambiental.
PESQUISAS LOCAIS E DESENVOLVIMENTO DE MODELOS HEURÍSTICOS:
A) A pesquisa Mapeamento das Pesquisas e Intervenções de Problemas Socioambientais Locais consistirá de uma investigação através de entrevistas com consultores do LAPIS e outros pesquisadores da FURG e de buscas do assunto nos setores de informação disponíveis para a aquisição de arquivos com cópias das pesquisas sobre o tema. Cada pesquisador produtor dos textos de interesse do LAPIS será convidado a ser membro do laboratório, em modalidade a ser definida na ocasião, como parceiro ou integrante. Os textos serão divulgados, com permissão do autor, em site ou blog do LAPIS. Estas entrevistas poderão ser feitas por alunos de graduação e pós-graduação como bolsistas voluntários ou remunerados.
B) O LAPIS acolherá pesquisas que visem o desenvolvimento de modelos heurísticos ou modelos conceituais para a problematização, intervenção e avaliação de impacto socioambiental. Até o momento aplica a Mandala Reflexiva, modelo conceitual fundamentado por uma abordagem sistêmica de Educação Ambiental (Machado, 2009).
AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIOAMBIENTAL LOCAL:
As ações serão organizadas e aplicadas pelos integrantes do LAPIS e convidados. As micro-intervenções serão priorizadas às macro-intervenções. A demanda poderá surgir do LAPIS ou sugerida por membros externos, desde que estes tenham cursado as disciplinas Prática de Pesquisa I e II. Assim que uma ação for sugerida ela será pauta de discussões onde serão considerados: a pertinência da demanda, a organização e a aplicação da ação e o estudo dos impactos. Esta ação será fundamentada por uma abordagem sistêmica de Educação Ambiental (Machado, 2009).
Esta intervenção poderá ser feita através de: oficinas; passeios livres; seminários com representantes da comunidade local; consulta a autoridades públicas; publicação de crônicas e reflexões em jornais e revistas locais, manifestações públicas envolvendo, ciência arte e cultura em eventos locais; produção de meios de informação coletiva, etc. Pesquisa-ação-participante: processo de ensino e pesquisa no qual os procedimentos e análises da pesquisadora foram definidos com intervenções e interlocuções com os sujeitos e consideração de suas respostas.

A avaliação será realizada em seminário anual, reunindo a equipe de execução e convidados para relatos e considerações sobre o desempenho da equipe, dos resultados obtidos e das projeções de contituidade da ação do LAPIS no PPGEA/IE/FURG/Comunidade.

Relação Ensino, Pesquisa e Extensão: Esta extensão que pretende dar visibilidade ao que vem sendo feito em pesquisas sobre problemas socioambientais locais, além de promover ações de intervenção, o fará através das pesquisas já realizadas pela FURG e outras instituições, além do Grupo de Pesquisa LAPIS, bem como tratará do ensino de como pesquisar, através da disciplina Prática de Pesquisa I e II. O banco de dados a ser criado servirá também a qualquer usuário da rede.
Na medida do possível, serão aceitos bolsistas e monitores remunerados e voluntários da graduação e pós-graduação.

Fundamentação e objetivos do LAPIS

Fundamentação teórica:
O nome de laboratório refere-se ao fato de que a ação-reflexão-ação ali realizada não poderá dar conta de todas as questões, mas que estaremos trabalhando para a construção de uma cultura da problematização e intervenção. Por laboratório entende-se labor, trabalho. Estará em permanente construção, retroalimentando-se das avaliações de impacto socioambiental.. Os pressupostos epistemológicos e metodológicos são inspirados na tese de doutorado da coordenadora. Esta desenvolveu um modelo conceitual para a configuração do pensamento sistêmico e da resolução de problemas socioambientais, que chamou de Mandala Reflexiva - MR (Machado, 2009).
Trabalha-se com uma abordagem sistêmica que segundo a autora envolve os princípios de sistemas, a teoria da ação comunicativa e a interdisciplinaridade. Por isso a diversidade e a divergências serão bem-vindas à luz da sinceridade e da compaixão filosóficas. MR é uma ferramenta, diagrama heurístico ou modelo conceitual (heurístico), produzida durante a pesquisa de doutorado de Machado (2009), para a organização e auto-organização da construção e produção de conhecimento sistêmico. É um modelo conceitual para a configuração do pensamento sistêmico e da resolução de problemas socioambientais. Nomear de configuração (Arnheim, 2005) sugere que existem condições para que determinada situação seja oportunizada e que a sua permanência vai depender da dinâmica entre as variáveis (objetos e ações) do sistema que se quer modelar, ver ou intuir, e da estabilidade alcançada por elas.
A ação de intervenção precisa estar atenta a tal configuração. Configuração traz a idéia de movimento, de dinâmica seja na aprendizagem, seja no pensamento, seja no conjunto de idéias que se esteja reunindo para construir um conhecimento. Este conhecimento por sua vez, a partir desta idéia, estará sempre em processo de atualização. Pensamento Sistêmico é a organização e auto-organização, configurações mentais (Machado, 2009), conscientes ou inconscientes, de domínios e conexões conceituais, baseadas em aprendizagens comportamentais, informacionais e representacionais. São configurações mentais, forjadas pelas interações psíquicas e sociais, necessárias para a resolução de problemas simples e complexos. O nível crítico destas configurações, segundo Machado (2009), poderá ser percebido pelo pensador e seus interlocutores a partir dos níveis de clareza, profundidade e amplitude, quando o pensador heurístico empenha esforços na elaboração de leituras e interpretações do mundo e seus processos sistêmicos.
Resolução de Problemas Socioambientais é nomeado como o processo de interação individual e coletiva para a Identificação, problematização e apresentação de propostas de resolução para problemas socioambientais, assim reconhecidos pelos envolvidos na dinâmica do problema em questão. (Reigota; Pozo & Echeverria; Habermas; Heller; Certeau; Beeghley; Dewey; Odum & Barrett; Morin; Bazarian; Machado).
Segundo Machado (2009) pode-se considerar 3 princípios básicos para a configuração da resolução de problemas socioambientais. São eles:
a) princípios de Sistemas,
b) a Interdisciplinaridade e
c) a Ação Comunicativa.
Conhecimento Sistêmico é construído a partir do domínio conceitual e conexões conceituais contextualizados, isto é, próprios do sujeito e do grupo de interlocução espacial e temporal; é um conhecimento coletivo; é dinâmico, histórico e inconcluso. É evidenciado pela clareza, profundidade e amplitude com que é construído e explicitado. À Educação Ambiental – É a explicitação comunicativa das configurações do pensamento sistêmico sincronizadas com a resolução de problemas socioambientais.
Objetivos do LAPIS:
a) Integrar e divulgar pesquisas e pesquisadores interessados na resolução de problemas socioambientais locais;
b) estruturar o ensino e pesquisa em graduação e pós-graduação - conteúdo e forma - sobre questões ambientais locais;
c) desenvolver seminários de práticas de pesquisa;
d) desenvolver e aplicar modelos conceituais para a prática de pesquisa, problematização, intervenção e avaliação de impacto socioambiental;
e) realizar e divulgar o mapeamento das pesquisas sobre problemas socioambientais locais, em andamento e já realizadas pela Furg e outras instituições;
f) construir um espaço - físico, crítico e criativo - de discussão sobre a identificação de problemas socioambientais locais;
g) organizar as discussões a respeito de problemas socioambientais identificados pelos integrantes e convidados do LAPIS;
h) promover ações de intervenção socioambiental local com os associados do LAPIS;
i) publicar as pesquisas, as atividades e impactos ambientais promovidos pelo LAPIS.

Referências bibliográficas [atualizáveis]

ANDRE, M. E. D. A. Questões do cotidiano na escola de 1º. Grau. Capturado no site: www.crmariocovas.sp.gov.br/ideias_11_p069_081_c.pdf, em 11/03/2006.
-----. Etnografia da prática escolar. Campinas, SP: Papirus, 1995.
ARNHEIM, R. Arte & percepção visual: uma psicologia da visão criadora: nova versão. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005.
AUGÉ, M. Não-lugares. Campinas: Papirus, 2004.
BAZARIAN, J. Intuição heurística: uma análise científica da intuição criadora. São Paulo: Editora Alfa-Omega, 1986.
BRANSFORD, J. D. & STEIN, B. S. The ideal problem solver. New York: W. H. Freeman and Cia, 2002.
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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Seleção de bolsistas voluntários

O LAPIS está selecionando bolsistas voluntários da graduação e pós-graduação. Entrar em contato com a coordenadora por este blog ou para o e-mail lapisfurg@gmail.com .
As entrevistas iniciarão em agosto de 2010.